Novos medicamentos superam antigos?

À media que a ciência avança, junto aos estudos constantes, as medicações para tratamento de doenças já conhecidas, como a hipertensão, também podem mudar ou evoluir. Mas será que todo remédio novo é melhor que o antigo? Entenda!




Hipertensão


A pressão alta é um grande problema de saúde no mundo. Descoberta no início do século XVIII, no ano de 1711, a primeira aferição de pressão foi feita com uma cânula em um equino. Em 1896 foram inventados os primeiros aparelhos para medição humana e, a partir daí, a hipertensão começou a ganhar a atenção que merece.


Ela é uma doença muito perigosa e, por vezes, silenciosas. Sabe-se que cerca de 10 milhões de pessoas morrem todos os anos no planeta por complicações relacionadas à enfermidade. No Brasil, estimativas da Sociedade Brasileira de Cardiologia dizem que quase 1/3 da população é hipertensa. São índices muito altos.



Medicações disponíveis no mercado


Por conta da periculosidade e do alto número de portadores dessa doença, há mais de 40 tipos de remédios devidamente registrados junto ao Ministério da Saúde para combater esse mal. No mercado há medicamentos anti-hipertensivos que já são utilizados há muitos anos; e também há a nova geração. Diante desse cenário, qual é melhor usar? Em primeiro lugar, é importante entender que um novo remédio não trata melhor uma doença, necessariamente. Ele pode vir apenas com uma dosagem alterada ou com algum efeito colateral melhorado. Há também novas drogas que conseguem combinar mais princípios ativos em uma só drágea, facilitando a rotina do paciente, que pode assar a não mais precisar de tomar vários compridos ao dia. O importante mesmo é estar sempre em contato com seu médico. Cada caso é único, já que os pacientes podem desenvolver reações diferentes a um mesmo tipo de substância. Portanto, cabe ao médico avaliar seu caso em específico e monitorar como a pressão irá se comportar diante daquela medicação. Ah, o estilo de vida da pessoa também é crucial para a dosagem e o tipo de remédio indicado. Então, não se preocupe com “novidades do mercado farmacológico”. Mantenha uma vida saudável, reduza a ingestão de sal e sódio, faça atividade física e não deixe de se consultar, periodicamente, com seu médico de confiança.