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Pesquisadoras brasileiras ganham protagonismo global

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

O Brasil tem produzido pesquisadoras incríveis que vêm ganhando reconhecimento no cenário científico internacional, quebrando barreiras e abrindo portas para novas gerações de mulheres na ciência.


Márcia Cristina Barbosa

A física brasileira Márcia Barbosa se destaca por suas pesquisas sobre as propriedades da água e sua importância para processos biológicos e ambientais. Ela é diretora da Academia Brasileira de Ciências e tem recebido diversos prêmios internacionais por sua contribuição à física e à promoção das mulheres na ciência.


Mariangela Hungria

Agrônoma e microbiologista, Mariangela Hungria transformou a agricultura ao estudar bactérias que fixam nitrogênio no solo, reduzindo a necessidade de fertilizantes químicos e promovendo práticas agrícolas mais sustentáveis. Em 2025, ela se tornou a primeira brasileira a receber o World Food Prize, um dos maiores reconhecimentos em ciência agronômica no mundo.


Jaqueline Goes

A biomédica Jaqueline Goes de Jesus ganhou destaque internacional por seu trabalho em sequenciamento genético de vírus e por liderar equipes que mapearam o genoma de patógenos importantes, contribuindo para o avanço da virologia e da saúde pública.


Sue Ann Clemens

Professora de Saúde Globam em Oxford, coordenou no Brasil os testes da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19.


Margareth Dalcolmo

Pneumologista e pesquisadora da Fiocruz, foi uma das principais vozes no enfrentamento da covid no Brasil.


Sônia Guimarães

A professora foi a primeira mulher negra doutora em física do Brasil e também a primeira a lecionar no ITA.


Tatiana Sampaio

Com sua pesquisa sobre a polilaminina, uma substância desenvolvida a partir da combinação de proteínas da matriz extracelular, criada para estimular a regeneração de neurônios após lesões na medula espinhal. Em estudos experimentais, ela demonstrou potencial para favorecer a reconexão de fibras nervosas e a recuperação de movimentos, trazendo esperança principalmente para pessoas com tetraplegia.


Outras vozes da pesquisa


Além dessas, muitas outras pesquisadoras brasileiras — de áreas como neurociência, genética, bioquímica, astronomia e tecnologia — têm sido reconhecidas por sua excelência e impacto global, mostrando que a ciência brasileira não apenas participa, mas lidera e transforma. A presença feminina na ciência cresce, apesar dos desafios, e inspira meninas e jovens a sonharem em seguir esse caminho fundamental para o futuro.

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