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Presidente faz procedimento para remoção de carcinoma basocelular. O que é isso?

  • 29 de abr.
  • 2 min de leitura

O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele, geralmente causado pela exposição ao sol e com alta chance de cura quando tratado precocemente. A remoção cirúrgica é simples e eficaz, reforçando a importância de observar sinais na pele e buscar avaliação médica.


Presidente realiza retirada de carcinoma basocelular


Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou por um procedimento cirúrgico para remover um carcinoma basocelular localizado no couro cabeludo. A cirurgia foi simples, já programada e ocorreu sem complicações, com rápida recuperação e alta no mesmo dia.


O que é o carcinoma basocelular?


O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele, originado nas células da camada mais superficial da pele (epiderme). Ele costuma surgir como uma lesão, ferida que não cicatriza ou um pequeno nódulo na pele, geralmente em áreas expostas ao sol, como rosto e couro cabeludo.


Quais são as causas?


A principal causa desse tipo de câncer é a exposição prolongada aos raios ultravioleta (UV), seja do sol ou de fontes artificiais. Essa exposição provoca alterações no DNA das células da pele, levando ao crescimento desordenado que forma o tumor.


É um câncer grave?


Apesar de ser um câncer, o carcinoma basocelular é considerado menos agressivo do que outros tipos. Ele cresce lentamente e raramente se espalha para outras partes do corpo, mas pode causar danos locais se não for tratado. A boa notícia é que apresenta alta taxa de cura, especialmente quando diagnosticado precocemente.


Como é feito o tratamento?


O tratamento mais comum é a remoção cirúrgica da lesão, como no caso do presidente. O procedimento retira o tumor e uma pequena margem de tecido ao redor, garantindo que não restem células cancerígenas. Em muitos casos, é feito com anestesia local e recuperação rápida.


Por que é importante se cuidar?


Mesmo sendo altamente tratável, o carcinoma basocelular exige atenção. Qualquer alteração na pele que não cicatriza deve ser avaliada por um profissional. O uso diário de protetor solar e o acompanhamento dermatológico são fundamentais para prevenção e diagnóstico precoce.

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