Dá para comer na rua de forma saudável?

A alimentação feita na rua, geralmente à base de fast-food, pode ser uma grande vilã para a saúde – e isso não é novidade. Mas será que dá para comer de forma saudável, mesmo se alimentando de comida preparada por bares, restaurantes e quiosques? Entenda!




Vida corrida X saúde


Em uma cidade como o Rio, a maioria dos trabalhadores não tem a opção de ir em casa na hora do almoço e, quem não leva sua refeição, acaba tendo que comer em lanchonetes e restaurantes. E pior: devido ao tempo sempre corrido, muitos acabam dando preferência às comidas de rápida preparação, ricas em carboidratos e gorduras saturadas.



Acerte nas escolhas

Ao decidir comer na rua, procure opções mais saudáveis. Pense que, independentemente de onde você está comendo, seu corpo precisa de nutrientes. Abstê-lo disso trará consequências para sua saúde, sem sombra de dúvidas. Não errar nas escolhas não é uma tarefa difícil. Por exemplo, se na hora do almoço você almoçaria, então continue almoçando. Parece uma frase meio sem nexo, mas faz muito sentido, pois há quem, por estar na rua, prefira comer um salgadinho ou um hamburger na hora do almoço. Mas o certo seria procurar um restaurante que sirva comida, ao invés de lanches rápidos. Se você mudar a rotina alimentar, seu organismo sentirá o impacto. Você estará mais propenso ao aumento de peso e, consequentemente, às doenças cardiovasculares, além do diabetes.



Saúde do coração


A verdade pode ser dura, mas precisa ser dita: seu coração não tem culpa do seu estilo de vida. Portanto, cuide dele com responsabilidade. Ao comer na rua ou em casa, prefira alimentos com baixo teor de sódio, gorduras e carboidratos. Evite refrigerantes, frituras e doces. Insira atividades físicas na rotina, mesmo que forçadas. Por exemplo, se você vai de carro ao restaurante que fica a 1km de distância, comece a ir a pé. E busque fazer outras atividades após o horário laboral, pelo menos 3 vezes por semana. Faça exames e visitas ao médico, periodicamente. Esse conselho é ainda mais importante para aqueles que têm uma rotina sedentária, com alimentação inapropriada ou histórico de doenças do coração na família.