Vamos falar de hemofilia

Hoje, 17 de abril, é o dia mundial do hemofílico. Essa é uma data cuja finalidade é ampliar o leque de informações para maior conscientização sobre a hemofilia, abordando tratamento e uma forma de vida saudável – algo totalmente possível ao portador, desde que essa siga as orientações médicas.


A hemofilia


Essa é uma doença caracterizada pelo distúrbio da coagulação do sangue. Para se entender melhor, quando nos ferimos e há um sangramento, o mesmo é estancado pela coagulação, que é o resultado natural do corpo, fruto da ação de proteínas existentes em nosso organismo. Mas o hemofílico não tem essas proteínas e por conta disso sangram mais que o normal.


A hemofilia é hereditária e bem rara, atingindo cerca de 12 mil brasileiros, o equivalente a 0,05% da população. É muito mais comum em homens e possui dois tipos diferentes, sendo o “tipo A” o mais comum, com taxa de abrangência de 70 a 85% dos casos. E o “tipo B”, que além de atingir menos pessoas também pode ter sintomas mais moderados.


Quando procurar ajuda


Assim que a doença se manifestar, através de sangramentos que não estancam, a ajuda médica deve ser procurada. Além da falta de coagulação, outros sintomas podem ser vistos já na infância, quando pequenas pancadas ou tombos podem desencadear dor intensa, hematomas e episódios hemorrágicos.


Por ser uma doença hereditária, pais portadores da doença devem redobrar a atenção para com seus filhos. E, mesmo sendo uma doença que abrange mais o gênero masculino, as mulheres que forem portadoras dessa informação genética, também podem transmitir aos seus descendentes.


Como viver com a doença


Apesar da doença não ter cura, viver com hemofilia é perfeitamente possível, desde que o tratamento seja seguido. Esse consiste na reposição dos fatores proteicos que faltam no sangue do paciente, de duas a três vezes por semana, além do acompanhamento de uma equipe multidisciplinar.


Às crianças hemofílicas, recomendamos atividades físicas de baixo risco, além do estímulo ao fortalecimento da musculatura. E, para crianças ou adultos, fica o alerta: havendo sangramento uma unidade médica deve ser procurada com rapidez.



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