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Viagem longa e risco de trombose: qual a relação?

  • Foto do escritor: Hospital Casa
    Hospital Casa
  • há 1 dia
  • 1 min de leitura

Em viagens longas, permanecer muitas horas sentado pode prejudicar a circulação e aumentar o risco de trombose. A imobilidade, somada à desidratação e a fatores individuais, favorece a formação de coágulos nas pernas. Movimentar-se, hidratar-se e adotar medidas preventivas ajudam a reduzir esse risco.


Imobilidade prolongada


Em viagens longas de avião, ônibus ou carro, ficar muitas horas sentado reduz a circulação sanguínea nas pernas. Esse acúmulo de sangue pode favorecer a formação de coágulos, principalmente nas veias profundas, aumentando o risco de trombose.


Circulação comprometida


A posição sentada, com pouco espaço para movimentar as pernas, dificulta o retorno do sangue ao coração. Desidratação, comum em viagens longas, também contribui para deixar o sangue mais espesso, elevando o risco.


Quem tem mais risco


Pessoas com histórico de trombose, uso de anticoncepcionais, gravidez, obesidade, tabagismo, varizes ou idade avançada apresentam maior vulnerabilidade. Nesses casos, a atenção deve ser redobrada durante deslocamentos prolongados.


Como reduzir o risco


Levantar-se sempre que possível, movimentar pés e pernas, manter boa hidratação e usar roupas confortáveis ajudam a prevenir. Em situações específicas, o uso de meias de compressão ou orientação médica pode ser indicado.


Viajar com informação e prevenção é essencial para proteger a circulação e evitar complicações durante e após longos deslocamentos.



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