A quarta onda de covid

O estado do Rio já se prepara para enfrentar uma quarta onda de contágios relacionados à covid-19. Entenda o porquê dessa nova fase e como se proteger contra a contaminação.




Covid-19


O planeta foi pego de surpresa com esse novo vírus. Já são mais de 3,7 milhões de mortos pelo mundo e quase 500 mil no Brasil. Acreditamos que, em breve, a humanidade ultrapassará os 200 milhões de casos.


A doença afeta primeiramente o sistema imunológico, que reconhece o vírus e inicia o processo de combate a esse micro-organismo, gerando uma inflamação nos alvéolos, o que leva ao preenchimento desses sacos de ar com líquido, prejudicando a troca gasosa. Assim, nosso sangue não recebe oxigênio suficiente. Além disso, não consegue eliminar o gás carbônico, que é tóxico em grandes quantidades. Tudo isso causa a falta de ar. Nesse estágio, são necessários cuidados médicos imediatos.


Além disso, a inflamação no pulmão também o fragiliza, favorecendo a entrada de bactérias. Dessa forma, duas doenças podem se sobrepor: a covid-19, causada por um vírus, e uma pneumonia causada por bactéria, piorando ainda mais o quadro.



A quarta onda


Para alguns, pode soar estranho já estarmos falando em quarta onda. Porém, essa é uma realidade latente. Atualmente, as autoridades sanitárias consideram que o Rio já está saindo da terceira onda de contágio e, como a doença não está contida, há grande possibilidade de uma nova onda de propagação da doença.


O governo carioca já declarou estar antecipando alguns calendários de vacinação e preparando leitos para receber pacientes numa possível nova onda de infecção. Antecipação de salários dos servidores públicos também será feita.



Cuidados redobrados


É essencial manter o distanciamento social, higienizar as mãos com água corrente e sabão ou álcool em gel, além do uso constante de máscaras.


Com o avanço da vacinação, muitas pessoas estão se descuidando, acreditando que estão 100% imunes à doença. Não estão! As vacinas, nesse primeiro momento, são para diminuir a agressividade do vírus, o que não significa estar livre do contágio. Uma pessoa vacinada pode, inclusive, transportar o vírus para outras pessoas não vacinadas. É preciso haver consciência.


Seja empático. Pense no próximo. Proteja-se e proteja os seus. Fique em casa!