Essa maravilha chamada “cérebro”

Formando por 100 bilhões de neurônios, o cérebro humano é um dos maiores mistérios da ciência. Capaz de interpretar uma quantidade incrível de informações ao mesmo tempo, de projetar acontecimentos futuros e lembrar do passado, capaz de sonhar e pensar sobre si mesmo. Esse órgão é fascinante e é sobre ele que falaremos hoje.




A neurociência


A parte da ciência que estuda o cérebro é a neurociência. Tudo começou há cerca de 120 anos, quando o cientista espanhol Santiago Ramón y Cajal, auxiliado por um microscópio e um corante, conseguiu “colorir” neurônios individualmente e descobrir padrões celulares nunca antes percebidos, abrindo caminho para os primeiros estudos dessas células.


Hoje, mais de um século depois, os avanços da ciência e tecnologia são notórios, mas, ainda assim, muitas funcionalidades do cérebro continuam indecifráveis.


Cientistas se dedicam a entender como algumas doenças e condições se manifestam no órgão, como é o caso da epilepsia e dos AVC’s. A neurociência também investiga sobre memórias, emoções e o funcionamento cerebral em relação ao corpo.



Um órgão incrivelmente fascinante


O cérebro é o órgão mais vital de nosso corpo. Através dele é possível realizar tudo. Graças a ele, a humanidade descobriu e inventou diversos aparatos que fazem parte de nosso dia a dia. Apesar de ser diferente de pessoa para pessoa, o cérebro humano traz um padrão inigualável: pensa, dá comandos, sente, projeta situações, sonha, aprende... um órgão fascinante.


Outro ponto de destaque do cérebro é a sua “plasticidade”, ou seja, capacidade de adaptação e aprendizagem de novos conhecimentos através do uso das conexões entre neurônios. Traduzindo isso, somos capazes de nos tornarmos quem quisermos ou aprender o que desejarmos, apenas utilizando as conexões que já existem em nosso cérebro e nem sempre são usadas. Temos cerca de 100 bilhões de neurônios e cada um possui em torno de 10 mil conexões. Consegue imaginar a capacidade de aprendizagem de um órgão assim? Pois é, você tem esse órgão, basta exercitá-lo para que adquira quanto conhecimento desejar.