Maya Massafera esclarece suspeita de AVC: entenda o que causa, como prevenir e tratar
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A influenciadora Maya Massafera chamou atenção após notícias afirmarem que ela teria sofrido um “princípio de AVC”. No entanto, a própria Maya esclareceu, em 30 de agosto de 2026, que não teve um AVC. Segundo seu relato, exames foram solicitados porque seu médico estava preocupado com alterações no colesterol e com o risco cardiovascular; após a investigação, ela afirmou que os exames descartaram o AVC e que houve mudança em seu tratamento hormonal.
O episódio serve de alerta para uma condição que exige atendimento imediato. O Acidente Vascular Cerebral (AVC) acontece quando o fluxo sanguíneo para uma região do cérebro é interrompido ou quando ocorre o rompimento de um vaso, podendo provocar danos às células cerebrais. Quanto mais rápido o atendimento, maiores são as chances de reduzir sequelas e preservar a vida.
O que pode causar um AVC?
Existem dois tipos principais. O AVC isquêmico, responsável pela maioria dos casos, ocorre quando uma artéria é obstruída por um coágulo ou por alterações como a aterosclerose. Já o AVC hemorrágico acontece quando um vaso sanguíneo se rompe, causando sangramento no cérebro ou ao seu redor. Pressão arterial elevada e não controlada está entre as principais causas do AVC hemorrágico.
Diversos fatores aumentam o risco, como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, tabagismo, obesidade, sedentarismo, consumo excessivo de álcool e algumas doenças cardíacas, incluindo arritmias como a fibrilação atrial. Idade, genética e histórico familiar também podem influenciar, embora não sejam fatores modificáveis.
Como prevenir o AVC?
Grande parte da prevenção passa pelo controle dos fatores de risco. Acompanhar regularmente a pressão arterial, glicemia e colesterol, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física, controlar o peso e não fumar são atitudes importantes para diminuir as chances de um AVC. Pessoas com doenças cardiovasculares ou outros fatores de risco devem manter acompanhamento médico periódico.
Também é importante não esperar pelos sintomas para começar a cuidar da saúde. Consultas e exames de rotina ajudam a identificar alterações silenciosas, como hipertensão e colesterol elevado. Quando essas condições são diagnosticadas e tratadas adequadamente, é possível reduzir significativamente o risco cardiovascular.
Como o AVC é tratado?
O AVC é uma emergência médica e o tratamento depende do tipo, da região afetada e do tempo desde o início dos sintomas. No AVC isquêmico, pacientes selecionados podem receber medicamentos trombolíticos para dissolver o coágulo e, em determinados casos, pode ser indicada a trombectomia mecânica para removê-lo. No AVC hemorrágico, as estratégias são diferentes e podem envolver controle do sangramento, da pressão intracraniana e, em alguns casos, procedimentos cirúrgicos.
Após a fase aguda, a reabilitação pode envolver fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e outros profissionais, dependendo das sequelas apresentadas. Fraqueza ou formigamento em um lado do corpo, boca torta, dificuldade para falar ou compreender, alteração súbita da visão ou equilíbrio e dor de cabeça intensa e repentina são sinais de alerta.
Diante deles, não espere melhorar: ligue imediatamente para o SAMU (192).



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